Feliz dia do Geógrafo

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A Geografia é a ciência que estuda o conjunto de fenômenos naturais e humanos que constituem aspetos da superfície da Terra, considerada na sua distribuição e relações recíprocas.
Mas antes de tudo Geografia é vida, as relações sociais e sentimentais. Geografia é amor e não Guerra. Geografia é compreensão do mundo e dos seres que o habitam. Mas também é crítica a esse mesmo mundo. É amor real e não cego. Geografia é antes de tudo feita para ser mais humano.

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Origens

Origem do Universo

Origem do Sistema Solar

Origem do Mundo pelo Mundo

Origem da Terra

Formação da Terra

Origem da Lua

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Industrialização no Brasil

Meus lindos do Sétimo ano. Aqui vai um post rápido sobre industrialização no Brasil. Logo coloco um texto sobre o processo mas esse vídeo aqui já ajudo no nosso teste de quinta-feira. 

Boa sorte e bom estudo para todos. 

Feliz Páscoa e quero ver chocolate para Titia na quinta. 

 

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Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros do Colégio Pedro II – RJ

Foto: Priscilla Guerra

Foto: Priscilla Guerra

Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros do Colégio Pedro II – RJ

Missão

O NEAB/CPII, administrativamente ligado à Pró-Reitoria de Pós-graduação, Pesquisa, Extensão e Cultura do Colégio Pedro II, tem como finalidade promover a produção e a disseminação do conhecimento por meio do ensino, da pesquisa e da extensão, no desenvolvimento de políticas de diversidade étnico-racial, estimulando a igualdade e valorização das populações de origem africana e indígena.

Mais informações em: http://www.facebook.com/neabcp2

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Um pouco de História da Cidade do Rio de Janeiro – Cemitério do Catumbi

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Clique na imagem para redirecionar até o blog que conta a história do Cemitério do Catumbi.

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Material interessante para usar nas aulas de 8º ou 9º sobre a exploração de recursos minerais, principalmente na América Latina e nos países subdesenvolvidos, e os conflitos gerados com povos tradicionais.

Atlas sobre conflitos ambientais pelo Mundo

ATLAS

O “Environmental Justice Organizations, Liabilities and Trade” é um projeto europeu inédito, criado pela Universidade Autônoma de Barcelona. Nele, os acadêmicos, mapearam os conflitos ambientais que ocorrem pelo mundo. E nesse mapa, o Brasil aparece em terceiro lugar ( ao lado da Nigéria) em número de disputas.

No nosso país são mapeados 58 conflitos em curso. Entre eles disputas agrárias, por recursos hídricos e por reservas mineiras. Além de uma série de conflitos indígenas. A empresa brasileira com maior número de disputas no mapa é a Vale, com 15 disputas no atlas, 14 delas ocorrem na América Latina, principalmente no Brasil. Mas há casos de disputas da mineradora na Colômbia, Peru e no Chile. Fora do continente, a empresa é citada ainda em conflito com agricultores em Moçambique.

Segundo os pesquisadores, o Brasil mesmo tendo sofrido um processo de industrialização, ainda possui suas exportações baseadas na exploração de recursos naturais, reproduzindo o padrão latino americano. E essa tendência a produzir mais recursos primários se dá pela importância dada as commodities (produtos mais baratos e mais ) no país em relação aos produtos manufaturados (produtos mais caros e que exigem maior investimento tecnológico e financeiro) nos últimos anos. Com esse aumento na produção de matéria prima (commodities) a exploração delas tem gerado essa série de conflitos no Brasil já que esta dá-se em territórios ocupados por comunidades tradicionais que, historicamente, vivem de forma sustentável.

A falta de leis e fiscalização, na maioria dos países subdesenvolvidos, acaba por colocar em riscos essas comunidades que não possuem voz nem uma no habito político ou social de seus países. Praticamente uma guerra entre Golias e Davi, sabendo que nessa disputa os povos tradicionais em grande parte perdem a batalha.

Professora Priscilla Guerra

Fonte: http://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/bbc/2014/03/21/mapa-inedito-coloca-o-brasil-em-3-lugar-em-conflitos-ambientais.htm?fb_action_types=og.recommends&fb_source=aggregation&fb_aggregation_id=288381481237582

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Um pouco de história do Rio de Janeiro

Depois que passamos uma bela quarta-feira pelo centro do Rio de Janeiro sabendo mais sobre a história da Cidade, aqui vai a história completa da Feiticeira do Teles. Uma das curiosidades citadas no passeio. 

 

A FEITICEIRA DO RIO ANTIGO 

Parte 2 de 2

Após o incêndio do casario da Travessa do Mercado, em 1790, o lugar decaiu e tornou-se reduto de marginais e antro de prostituição do mais baixo nível. Dentre as mais famigeradas figuras do Arco do Telles nessa época, sobressaiu-se a prostituta e depois feiticeira Bárbara dos Prazeres. A maior parte dos dados abaixo foram registrados pela Intendência Geral de Polícia, criada pelo Príncipe D. João, em 1809.

Nascida em Portugal no ano de 1770, tinha 18 anos de idade quando veio com o marido para o Brasil. No Rio de Janeiro, apaixonou-se por um mulato e assassinou o esposo para viver livremente com o amante. Consta que o homem, porém, passou a viver às custas da jovem e chegou a consumir a maior parte dos seus bens. Durante uma briga do casal, Bárbara o matou também. 

Marcada pelos assassinatos e sem meios de subsistência, restou à bela jovem de 20 anos ganhar a vida se prostituindo. Fez seu ponto exatamente ali, debaixo do Arco do Telles, onde angariou vasta clientela. Por quase 20 anos, ela considerou ter encontrado a sua vocação e o seu lugar na sociedade. 

Porém, o tempo e a vida desregrada cobraram o seu tributo. Começou a ficar velha e já não atraía tantos homens. Também as dores nos ossos a cada dia ficavam mais insuportáveis (provavelmente havia contraído sífilis). Temendo cair na miséria e na solidão, desesperada, ela procurou um remédio nas muitas casas de feitiçaria e magia negra do Rio de Janeiro, uma poção que aliviasse suas dores e a tornasse bonita e jovem outra vez.

Uns dizem que custou todo o dinheiro que ela tinha juntado, outros, que o preço foi sua alma; de concreto, o que se sabe é que alguém lhe passou uma fórmula que teria o efeito desejado. Os principais componentes eram certas ervas e sangue humano morno, mais precisamente, de crianças ainda vivas.

Foi quando começou a raptar meninos pobres, filhos de escravos e de mendigos, e também a ficar de tocaia na Roda dos Expostos da Santa Casa, onde eram abandonados os bebês para adoção. Não há números exatos, mas foram dezenas as vítimas que ela sacrificou no lúgubre ritual de rejuvenescimento. O pavor tomou conta da população do Rio de Janeiro, cujas crianças passaram a ser trancadas em casa e a só sair na companhia de adultos. 

Nossa personagem, nesta época, aparece nos registros do Intendente Geral de Polícia, desembargador Paulo Fernandes Vianna, como Bárbara dos Prazeres (por causa do oratório no Arco do Telles) e também como Bárbara “Onça” (referência à sua ferocidade). Parecem vir desse período as expressões: “cuidado que a bruxa está solta!” e “olha que a Onça está solta!”.

Bárbara levava suas pequenas vítimas para a tapera em que morava, na Cidade Nova. Pendurava as crianças pelos pés com uma corda, as esfaqueava e postava-se embaixo delas para banhar-se no sangue que jorrava ainda quente dos corpinhos sem vida.

Talvez a criminosa mais procurada na cidade em todos os tempos, consta que viveu até 1830, quando simplesmente desapareceu. Nesse ano, surgiu um cadáver de mulher boiando próximo ao Largo do Paço, mas suas feições estavam irreconhecíveis. Alguns afirmaram que era Bárbara, mas outros não a identificaram. 

Há quem suspeite (lenda urbana?) que ela continua viva até hoje, graças ao segredo da fórmula de rejuvenescimento. E mais: teria assumido a condição de feiticeira e aplicado a receita em alguns milionários, em troca de parte de suas fortunas. 

Diz-se que ainda hoje, em certas madrugadas sem lua, quando já partiram os últimos garçons dos bares da Travessa do Comércio e cessou o movimento da boemia, escuta-se no beco a gargalhada de Bárbara Onça, a feiticeira, ecoando assustadoramente pelos vazios escuros do Arco do Telles. Brrrr!

Celso Serqueira

Fonte: http://www.serqueira.com.br/mapas/feit2.htm

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